Michael Jackson vivo? (parte 6)

25/12/2010 19:45

 1.                              Na casa do Michael tinha alguém muito doente, que precisava de dois tanques de O2 toda noite, agora com certeza esta pessoa não era ele. Como alguém que necessita de tanto oxigenio durante a noite, levanta normalmente no outro dia, sem aparência alguma de estar doente (como disse a cozinheira e nas próprias imagens do ensaio – nelas o Michael tá lindo e charmoso, um pouquinho magro mas não tem aparência nenhuma de debilitado, velho e doente, como disseram os paramédicos – todo mundo até quem não acredita que ele tá vivo concorda que ele tava muito bem) e consegue dançar por mais de três horas sem manifestar nenhuma falta de ar?????

2.                              Em 07/08/2009 a família pede uma TERCEIRA AUTÓPSIA DO CORPO!!!!. Do portal Terra: Família quer mais um exame no corpo de Michael Jackson. A matéria também fala sobre “uma blusa feminina, ainda com a etiqueta da compra, foi encontrada suja de sangue no armário de Michael Jackson”. As duas coisas são evidentemente suspeitas e fazem surgir as perguntas: – Com os modernos meios que se dispõe no país de Obama, repetir três vezes o mesmo procedimento ? Qual a razão da inquietação persistir? Por que não há nas notícias qualquer menção de realização de exames de DNA, que com as transformações físicas seria imprescindível, então qual a necessidade de uma terceira autópsia? Qual a razão de haver uma blusa ensanguentada no quarto, e por qual motivo não foi levada também a exame?

3.                              Produtor de Michael falou no memorial que teria estado com ele depois de 26 de junho

Relatórios de exame médico feito com Michael Jackson pelo doutor David Slavit justo antes de assinar os contratos da turnê simplesmente desapareceram. Slavit em seu relatório disse que o cantor tinha um “corpo de astronauta” e podia fazer tranquilamente todos os 50 concertos programados para Londres. Resultado o qual deixou os seguradores de Michael pasmados quando exame do Dr. David Slavit apontou que o cantor tinha plenas condições de realizar os shows.

                 O  motivo da para a retirada do cérebro não faz sentido algum. Segundo o Patologista Howard Robin, ex-chefe do IML de San Diego, na Califórnia, no caso de Michael o exame cerebral era obrigatório pois “só fazendo cortes no cérebro seria possível determinar se Michael sofria de um tipo mais grave de lúpus, o lúpus sistêmico”. Só que o lúpus sistêmico deixa rastros perceptíveis em todos os órgãos atingidos. E afinal qual a razão de submeter o cadáver a esse exame sendo que a doença já era atestada em vida.